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Reconciliação na Mineração: Fundamentos, Erros Críticos e Primeiros Passos
Horário das aulas:
De 09h às 11h > Pausa para Almoço > 14h às 16h
Curso introdutório que apresenta os fundamentos da reconciliação na mineração, abordando conceitos-chave, principais fontes de erro e a aplicação inicial do processo de forma tecnicamente consistente, tudo isso com a Professora Marcela Tainã.
- O que é reconciliação e por que ela existe
- Diferença entre reconciliação geológica, de mina e de usina
- Reconciliação como ferramenta de validação de modelos
- Relação entre reconciliação, planejamento e controle operacional
- Por que reconciliação não é apenas “fechar número”
- Impactos técnicos e econômicos de uma reconciliação mal executada
- Conceito de indicadores de reconciliação
- Origem e lógica da Série F de Parker
- Interpretação técnica dos fatores de reconciliação
- Fator F1 – Modelo de Curto Prazo vs Reservas
- Relação entre grade control e modelo de longo prazo
- Impacto da seletividade e densidade de dados
- Fator F2 – Usina vs Planejado
- Diluição operacional e perdas físicas
- Erros de transporte, blendagem e controle de pilhas
- Fator F3 – Usina vs Reservas
- Visão integrada do desempenho do negócio
- Limites do uso isolado do F3
- Por que os maiores erros não são estatísticos, mas operacionais
- Amostragem deficiente em frente de lavra, furos de desmonte e pilhas
- Representatividade, suporte amostral e massa
- Impacto da umidade na tonelagem e no teor
- Diferença entre massa seca e massa úmida
- Movimentação de pilhas e falhas de controle volumétrico
- Exemplos de erros cumulativos ao longo do processo mina–usina
- Objetivo de uma reconciliação inicial
- Definição de pontos mínimos de medição
- Dados essenciais para iniciar a reconciliação
- Comparações básicas entre modelo, lavra e usina
- Indicadores mínimos para acompanhamento mensal
- Registro, rastreabilidade e aprendizado operacional
- Preparação técnica para evoluir para sistemas mais completos
Inscrições Abertas!
Dia 01 de Abril de 2026A reconciliação na mineração é um processo técnico essencial para comparar estimativas de tonelagem e teor oriundas dos modelos geológicos e de planejamento com os dados reais medidos na mina e na usina de beneficiamento. Mais do que um exercício matemático, a reconciliação é um instrumento de validação de modelos, controle operacional, gestão de riscos e transparência técnica.
Este curso introdutório apresenta os fundamentos conceituais da reconciliação, os principais indicadores utilizados internacionalmente (com destaque para a Série F de Parker), as fontes reais de erro e variabilidade ao longo do ciclo mina–usina e as boas práticas operacionais para iniciar um processo de reconciliação simples, consistente e evolutivo.
4 horas/aula, online e ao vivo via Google Meet com interação em tempo real.
- Aulas expositivas com suporte visual
- Atividades práticas para aplicação dos conceitos
- As aulas serão gravadas e disponibilizadas por 30 dias após a realização do curso.
- É necessário ter uma conta Google ativa. Você pode criar uma gratuitamente aqui: Criar conta Google
- Atenção: As dúvidas serão tiradas apenas na aula ao vivo, participe para ter melhor aproveitamento do curso.
- Geólogos de mina e planejamento
- Engenheiros de minas
- Profissionais de QAQC
- Supervisores e coordenadores operacionais
- Profissionais de usina e beneficiamento
- Gestores técnicos
Marcela Tainã
Membro do Australian Institute of Geoscientists AIG. Bacharel em Geologia (USP), é especialista em Amostragem, QA/QC e Avaliação de Recursos.
Participou como CP/ QP e implementação de programas de QA/QC (Quality Assurance and Quality Control) em projetos de grandes players nacionais. Vasta experiência também em modelamento geológico e Geometalurgia.
Matheus Palmieri
Com mais de 20 anos de experiência em geociências, contribuo para projetos estratégicos no setor mineral, atualmente como Especialista em Geociências na EY
Minha atuação abrange governança, avaliação de maturidade, gestão de riscos e desenvolvimento de profissionais qualificados (QP), com foco em grandes mineradoras brasileiras. Além disso, desempenhei papéis chave em projetos como os de níquel da Horizonte Minerals, fornecendo consultoria técnica na captação de financiamento e planejamento e como Head de Geociências buscando implementar melhores práticas na Anglo American. Meu trabalho reflete um compromisso em entregar soluções alinhadas às melhores práticas globais, sempre priorizando excelência técnica e impacto positivo no setor.